Segurança da Informação
Segurança

A boa gestão da segurança da informação é uma parte fundamental em qualquer gestão estratégica empresarial e de negócios. Ter um diagnostico correto e o controle dos riscos organizacionais relacionados à segurança das informações tornou-se um diferencial competitivo e uma obrigação legal perante os clientes e parceiros de qualquer negócio.

O que é uma consultoria de segurança da informação?

A consultoria de segurança da informação é a prestação de serviço, por parte de profissionais de TI, contra ataques cibernéticos. Esses profissionais são extremamente capacitados para orientar e criar estratégias de segurança para proteger arquivos, dados e informações da empresa no ambiente virtual e físico.

Na consultoria de segurança, são implementadas as melhores práticas e princípios para que a empresa fique mais segura nas ações do dia a dia. Ao ser contratada, a consultoria se encarrega de toda a gestão de riscos, ou seja, monitora e orienta os profissionais responsáveis pelo TI da sua empresa e aponta como ela [sua empresa] está no ambiente virtual e físico.

Mas, é sempre importante alertar que não existe 100% de segurança, tendo em vista que são milhões e milhões de dados trafegando a cada segundo e que novas formas de invasão são criadas constantemente.

Mas, o que os consultores de segurança da informação propõem é orientar e acompanhar de perto a equipe técnica responsável pela segurança da sua empresa na implementação de práticas e princípios que visam a dificuldade máxima em qualquer ataque. Sendo assim, o atacante não verá com bons olhos o cenário atual e perceberá que é mais viável entrar em combate com outros sistemas mais vulneráveis.

Para que servem os princípios de segurança da informação em uma consultoria?

Na verdade, os princípios básicos da segurança da informação  são direcionamentos das áreas que devemos abordar. Não é possível executar uma estratégia bem-sucedida se cada passo não for guiado por essas diretrizes. Basicamente, os princípios abordam o todo em relação à segurança. Vivemos tempos difíceis, em que as empresas não podem mais confiar apenas em fechaduras de portões.

Os princípios da segurança da informação são divididos em três áreas:

  • Confidencialidade
    Na consultoria de segurança da informação, a confidencialidade é vista como um princípio muito importante, pois sua função é garantir que os dados, arquivos e informações sejam acessados somente por indivíduos autorizados. Aliás, este princípio é fundamental e imprescindível. Sem ele, a empresa terá informações internas, como contratos, planos futuros, balanço de devedores e dados de clientes, acessíveis a quem não é confiado.
    Além disso, é preciso levar em conta a perda, que pode ser incalculável e irreversível, da credibilidade da marca. Convenhamos, qual consumidor ou parceiro de negócios confiará em uma empresa que pode ter informações secretas expostas? Pensando nisso, são aplicadas todas as diretrizes que visam garantir a confidencialidade das informações da empresa.
  • Integridade
    O segundo princípio a ser destacado na consultoria de segurança da informação é a integridade. A transferência de dados é feita constantemente, seja de diferentes setores, sedes, entre colaboradores ou, até mesmo, empresas parceiras de projetos. Mas, é, simplesmente, inútil proteger muito bem algo se você não garante a originalidade das informações. Esse aspecto deve ser sempre levado em consideração.
    Arquivos são transferidos diariamente e não se pode correr o risco de que alguns deles se corrompam no caminho, uma vez que isso representa uma perda de tempo muito grande, já que será necessária a verificação da veracidade das informações. Como todos nós sabemos, “tempo é dinheiro”, ou seja, o tempo que será perdido com a verificação pode ser investindo em outras áreas do negócio.
  • Disponibilidade
    Entenda bem. Cada elemento dos princípios da segurança da informação está totalmente ligado. Você não pode depositar informações em um sistema inseguro, também não pode correr o risco de que estas informações sejam corrompidas e, além disso, não adianta nada amparar cada um desses itens se os arquivos, informações e dados não estão acessíveis para visualização e utilização.
    Partindo deste pressuposto, entendemos que aquilo que deve ser protegido, também deve, obrigatoriamente, ser acessado. Se isso não acontece, com certeza quem perde é a instituição, já que não é possível avançar nos trabalhos se não há as devidas informações para a execução.
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