8 maio
2019

Qual é o melhor plano de ação para a LGPD?

Tecnologias, processos e pessoas. Os desafios são praticamente os mesmos, mas agora eles têm prazo para serem resolvidos. O diferencial competitivo será de quem sair na frente para estar em conformidade

Dessa vez o famoso “jeitinho brasileiro” está fora de cogitação. No próximo ano, as empresas terão de estar em conformidade com a LGPD e 2019 começou aquecido. Diversos casos de vazamento de dados foram divulgados no primeiro trimestre, como Banco Inter, Amazon, Uber, Netshoes, TIVIT, Sicredi, Sky Brasil, Google + e Facebook.

Além do vazamento de dados, os gestores de segurança têm pelo menos três boas razões para traçar um plano de ação:

  1. Os dispositivos móveis são praticamente onipresentes e fazem parte da rotina da maioria das pessoas ao redor do mundo. Um estudo da Ericsson aponta que até 2023, o planeta terá 20 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) conectados e 1.8 bilhão de devices IoT com conexões celular.
  2. Os dados sensíveis das empresas estão se movendo nesse ambiente móvel, fugindo do perímetro tradicional da segurança.
  3. A nova regra já garante ao cidadão mais controle sobre seus dados pessoais, principalmente na forma como tais informações serão coletadas, armazenadas e protegidas.

Ao mesmo tempo, o desafio é encontrar o ponto de equilíbrio e olhar de dentro para fora lembrando que processos, pessoas e tecnologias nunca foram tão essenciais para orquestrar as melhores práticas de segurança alinhadas com a LGPD.

Para entender melhor o cenário regulatório, os desafios da conformidade e como a tecnologia pode auxiliar nessa jornada, o e-book abaixo traz um conteúdo profundo de como as organizações brasileiras podem desenhar a estratégia e colocar, enfim, o plano de ação em prática.

Fonte: Security Information News

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